O Irmão Que Ainda Não Encontrei

Uma palavra antes de começar: Este é um texto longo, e seria mais fácil prometer-lhe pressa. Mas há reflexões que não cabem num relance, porque tratam daquilo que também não se constrói depressa — e a fraternidade é uma delas. Peço-lhe, por isso, não o tempo de uma leitura rápida, mas o de uma conversa sem relógio. O que proponho aqui não é informação a ser consumida e esquecida; é um convite a olhar de outro modo para o Irmão que você conhece, para aquele que talvez nunca conheça e, no fim, para si mesmo. Se o texto se demora, é porque quer chegar fundo, e o fundo pede vagar. Leia-o como quem se senta diante de alguém que tem algo a dizer e todo o tempo para dizê-lo. Ao final, se uma só frase permanecer com você depois que o avental for guardado, terá valido cada minuto.

Algumas reflexões se ampliam quando encontram outras vozes. Se este texto despertou algo em você, compartilhe sua reflexão nos comentários. Talvez sua experiência possa ajudar outro leitor a compreender melhor a própria caminhada.

2 comentários em “O Irmão Que Ainda Não Encontrei”

  1. Alcindo De Sordi

    Parabéns pelo excelente texto meu irmão Paulo Cesar. Continue a nos transmitir conhecimentos sempre bem vindos.
    Gratidão
    Alcindo De Sordi

  2. Fabiano Batistel

    Irmão Paulo Cesar a reflexão do texto.
    Me traz paz e um sentimento de que sempre estamos diante de irmãos nós apoiando e fortalecendo.

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