Sobre o egocentrismo, a Sombra e o difícil trabalho de sair de si mesmo
A Maçonaria oferece ao homem uma extraordinária arquitetura simbólica para que ele trabalhe sobre si mesmo. A Pedra Bruta, o malhete, o cinzel, a Luz, o Templo, as viagens, as colunas — nenhum desses símbolos foi concebido apenas para serem conhecidos, admirados ou intelectualmente interpretados. Todos apontam para uma tarefa bem mais difícil do que compreendê-los: a transformação daquele que os contempla.
Talvez seja justamente aí que nasça uma das contradições mais silenciosas da caminhada iniciática. Um homem pode conhecer profundamente a simbologia da Ordem e permanecer, no entanto, pouco transformado por ela. Pode acumular graus, cargos, títulos, comendas, conhecimento ritualístico e reconhecimento institucional sem que, no mesmo passo, tenha aprendido a diminuir dentro de si a necessidade de ser admirado, reconhecido, obedecido, colocado no centro. Conhecer o símbolo não é o mesmo que ter sido transformado por aquilo que ele representa. Há homens que sabem tudo sobre a Pedra e nunca pegaram no cinzel.
É nesse ponto que a Alegoria da Caverna, que Platão nos apresenta no Livro VII de A República, se oferece como uma chave de leitura poderosa para a experiência do iniciado. Os homens acorrentados no fundo da caverna contemplam sombras projetadas na parede e, não conhecendo outra realidade, acreditam que aquelas sombras são o próprio real. O problema fundamental deles não é apenas a escuridão. É a convicção de que aquilo que veem é tudo o que existe.

Também o ego possui suas cavernas. Dentro delas, o homem lê os acontecimentos, as relações e as pessoas sempre a partir da própria centralidade. Seus desejos parecem mais importantes, suas opiniões mais corretas, suas necessidades mais urgentes, seus méritos insuficientemente reconhecidos, e suas frustrações quase sempre atribuídas aos outros. O egocentrismo, contudo, raramente se anuncia como arrogância ostensiva. É bem mais sutil. Pode surgir como uma necessidade permanente de reconhecimento, como dificuldade de aceitar uma decisão coletiva, como o ressentimento por não ter recebido determinado cargo, como a irritação quando outro Irmão recebe destaque. Pode aparecer disfarçado de zelo, de amor à ordem, de defesa dos bons costumes, na forma daquela convicção quase inaudível de que “a Loja deveria funcionar como eu considero correto”. Em todas essas situações há algo em comum: o centro da experiência maçônica deixa de ser o trabalho sobre si mesmo e passa a ser, sem que se perceba, a satisfação do próprio ego.
A Pedra Bruta também é o ego
Poucos símbolos são tão conhecidos quanto a Pedra Bruta. E, no entanto, talvez seja preciso perguntar com mais radicalidade: quais são, concretamente, as arestas que precisam ser desbastadas?
É relativamente fácil reconhecer a vaidade, a arrogância, a intolerância e o orgulho — nos outros. Muito mais difícil é enxergar essas mesmas características quando aparecem em nós sob formas justificadas e aparentemente nobres. O homem raramente diz a si mesmo “estou agindo por vaidade”; prefere pensar “estou defendendo aquilo que é correto”. Dificilmente admite “estou ressentido porque não fui reconhecido”; diz antes que “esta Loja não valoriza quem realmente trabalha”. Raramente reconhece “quero controlar”; afirma que “alguém precisa colocar ordem nisto”. É nesse território das justificativas — onde o interesse pessoal se veste com a roupagem do princípio — que a dimensão psicológica da Pedra Bruta adquire toda a sua importância.
Desbastar a Pedra não significa eliminar a personalidade, nem transformar o maçom em alguém passivo, submisso, incapaz de defender aquilo em que acredita. Significa aprender a distinguir entre o que verdadeiramente serve ao Templo e o que, disfarçado de zelo pelo Templo, serve no fundo ao próprio ego. Essa distinção exige autoconhecimento. E exige humildade — porque o ego tem uma extraordinária capacidade de transformar interesses pessoais em princípios que parecem universais.
A Sombra entra no Templo conosco
A Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung acrescenta a essa reflexão uma contribuição decisiva através do conceito de Sombra. A Sombra é, dito de maneira simples, o conjunto das dimensões da nossa personalidade que não reconhecemos bem em nós mesmos, que rejeitamos ou que ainda não conseguimos integrar à consciência. Não se trata necessariamente de algo perverso. Nela habitam a agressividade, a inveja, a necessidade de poder, o medo, a competição, o ressentimento, a vaidade — enfim, tudo aquilo que contradiz a imagem ideal que construímos de nós. E aqui há uma espécie de lei psicológica silenciosa: quanto mais alguém precisa acreditar que é exclusivamente justo, altruísta, fraterno e sábio, maior tende a ser sua dificuldade para reconhecer o que, dentro dele, desmente essa autoimagem.
O que não reconhecemos em nós, porém, encontramos com espantosa facilidade nos outros. Surge então a projeção. O Irmão que nos incomoda torna-se “arrogante”, enquanto não percebemos a nossa própria fome de reconhecimento. O outro é “vaidoso”, mas talvez seja a inveja diante de sua visibilidade que fale em nós. Aquele é “autoritário”, quando parte da nossa irritação vem de não termos o poder que gostaríamos de ter. Chamamos alguém de “difícil”, sem notar a nossa própria intolerância diante de quem não confirma o que esperávamos. E assim a Sombra começa a circular pela Loja. Discussões aparentemente administrativas passam a carregar necessidades psicológicas antigas. Divergências ritualísticas convertem-se em disputas de identidade. Eleições despertam rivalidades. Cargos tornam-se fontes de poder simbólico. Pequenas discordâncias ganham dimensões desproporcionais, porque já não se discute apenas o assunto que aparece na superfície: por baixo dele, egos feridos disputam reconhecimento. Nesse momento, dois Irmãos podem estar sinceramente convencidos de que defendem a Maçonaria quando, no plano psicológico, ambos defendem apenas a própria autoimagem. Talvez esta seja uma das manifestações mais perigosas da Sombra: quando o ego se convence de que está servindo à Ordem justamente no instante em que começa a usá-la para servir a si mesmo.
Quando o Irmão deixa de ser Irmão e se torna plateia
O egocentrismo tem uma consequência relacional particularmente grave: aos poucos, o outro deixa de ser percebido em sua alteridade. O Irmão passa a existir apenas em função do que oferece ao meu ego. Se concorda comigo, é sensato. Se me elogia, tem discernimento. Se me apoia, é leal. Se discorda, tornou-se um problema. Se recebe aquilo que eu desejava, talvez não merecesse. Se não reconhece a minha importância, é um ingrato.
Ora, a fraternidade começa exatamente onde essa lógica termina. Ser Irmão é reconhecer no outro uma subjetividade que não existe para confirmar a minha. Ele tem a sua história, as suas fragilidades, as suas convicções, os seus talentos e a sua própria caminhada. Fraternidade não é concordância permanente — é a capacidade de preservar o vínculo mesmo diante da diferença. O verdadeiro trabalho maçônico exige, por isso, uma passagem interior delicada: sair do “eu diante dos outros” para chegar ao “eu com os outros”, abandonando a necessidade de ocupar sempre o centro simbólico da Loja.
As consequências para o próprio maçom
O preço do egocentrismo não é pago apenas por quem convive com ele. Quem o carrega também sofre — e talvez sofra primeiro. Quanto maior a necessidade de reconhecimento externo, maior a vulnerabilidade à frustração. Quem precisa ser admirado sofrerá quando outro for admirado. Quem precisa controlar sofrerá quando precisar obedecer. Quem precisa ser reconhecido sofrerá quando seu trabalho passar despercebido. Quem se identifica em excesso com os cargos sofrerá quando tiver de deixá-los. Quem acredita ter sempre a resposta superior sofrerá diante de quem pensa diferente. E quem espera que a Maçonaria confirme continuamente a sua importância acabará, mais cedo ou mais tarde, decepcionado com a própria Maçonaria.
É assim que uma instituição pensada para o aperfeiçoamento pode, paradoxalmente, virar cenário de ressentimentos. O maçom começa a dizer que “a Loja mudou”, que “os Irmãos já não são os mesmos”, que “ninguém reconhece o seu trabalho”, que “a Maçonaria perdeu os seus valores”. Às vezes essas queixas têm fundamento — instituições são humanas e têm problemas reais. Mas a maturidade iniciática pede uma pergunta a mais, incômoda e necessária: quanto da minha insatisfação pertence de fato à Loja, e quanto pertence às expectativas do meu próprio ego? Essa pergunta é, ela mesma, um golpe de cinzel.
As consequências para os Irmãos
O ego não permanece confinado a quem o abriga; ele altera todo o campo das relações. Um Irmão excessivamente voltado para si gera, nos demais, cansaço, afastamento, defensividade, ressentimento. As pessoas passam a medir palavras, a evitar certas conversas, a formar pequenos grupos de proteção e afinidade. E, pouco a pouco, surgem as facções: os “meus Irmãos” e “os Irmãos dele”, os antigos e os novos, os que apoiaram determinada administração e os que se opuseram, os que receberam cargos e os que foram preteridos. Quando isso acontece, a fraternidade corre o risco de reduzir-se a uma linguagem ritual. Continuamos dizendo “meu Irmão”, mas por dentro já tratamos o outro como adversário. E nenhuma ritualística, por mais perfeita, substitui a fraternidade quando ela desaparece das relações vivas entre os homens.
As consequências para a Loja
Uma Loja não é apenas o seu Templo físico, a sua Carta Constitutiva, o seu patrimônio, os seus cargos ou o seu ritual. Ela é, sobretudo, uma comunidade humana reunida em torno de certos princípios. Por isso a qualidade psicológica das relações entre os seus membros afeta diretamente a sua vitalidade. Quando predominam a vaidade, o ressentimento, a competição e a necessidade de poder, a energia coletiva deixa de ser investida na construção e passa a ser consumida na administração dos conflitos. As reuniões ficam tensas. Os novos membros percebem rapidamente as divisões. Os Irmãos mais antigos se afastam. A participação diminui. Projetos deixam de prosperar. O silêncio, que deveria ser reflexão, passa a significar desconforto. A Loja continua funcionando administrativamente, mas começa a enfraquecer no que tem de mais essencial. É perfeitamente possível manter um Templo cheio e uma fraternidade vazia — executar rituais impecáveis enquanto os homens que os executam permanecem presos em pequenas disputas de reconhecimento. Nesse ponto, vale a pergunta: estamos realmente erguendo o Templo, ou apenas ocupando cargos dentro dele?
As consequências para os princípios maçônicos
Há ainda uma dimensão mais profunda. Quando o egocentrismo se institucionaliza, não fere apenas indivíduos e Lojas: enfraquece a própria credibilidade dos valores que a Maçonaria proclama. A Liberdade, sem responsabilidade, degenera em individualismo. A Igualdade, sem humildade, vira apenas discurso. A Fraternidade, sem a capacidade real de reconhecer o outro, converte-se numa palavra repetida no ritual, mas vazia na existência. A força de uma tradição iniciática não está apenas na beleza dos seus princípios, e sim na capacidade dos seus membros de encarná-los. O mundo não julgará a Ordem apenas por aquilo que ela diz de si mesma, mas pela maneira como os seus homens vivem o que dizem defender. Cada maçom carrega, portanto, uma responsabilidade que ultrapassa a sua individualidade: a sua conduta fala sobre a Ordem, a sua intolerância fala sobre a Ordem, a sua vaidade fala sobre a Ordem — mas também a sua serenidade, a sua escuta, a sua humildade e a sua disposição para servir testemunham, em silêncio, aquilo que a Maçonaria é capaz de produzir num homem.
Sair da caverna dói
Na alegoria platônica, deixar a caverna não é confortável. A luz, no início, fere os olhos de quem passou a vida acostumado às sombras; é preciso adaptar-se a ela aos poucos. Essa passagem se parece muito com o autoconhecimento. Descobrir que somos menos altruístas do que imaginávamos dói. Reconhecer a própria inveja dói. Perceber a própria vaidade dói. Admitir que certa briga não aconteceu apenas porque “o outro estava errado”, mas porque o nosso orgulho foi tocado, dói. Reconhecer que desejávamos um cargo, uma homenagem, um reconhecimento com mais intensidade do que admitíamos é desconfortável. Mas talvez esse desconforto seja um dos primeiros sinais de que o trabalho iniciático começou a ultrapassar o ritual e a alcançar o homem. A Luz não existe apenas para iluminar o que gostamos de ver — ela também revela o que preferiríamos manter na escuridão.
“No princípio era o Logos”
O prólogo do Evangelho de João acrescenta a essa reflexão outra camada simbólica ao apresentar o Logos — traduzido tradicionalmente como Verbo ou Palavra — associado à vida e à Luz. Independentemente de qualquer leitura estritamente teológica, a imagem tem enorme força iniciática: a Luz surge aqui como princípio de consciência, de orientação, de sentido. Mas receber simbolicamente a Luz não é o mesmo que tornar-se iluminado. Há uma diferença decisiva entre receber a Luz e permitir que ela ilumine aquilo que existe dentro de nós. A primeira experiência pode ser apenas ritual; a segunda é existencial. É possível atravessar cerimônias de iniciação sem jamais deixar que a Luz alcance certas regiões da personalidade — e é exatamente nessas regiões protegidas que costumam permanecer a vaidade, o orgulho, a inveja, o ressentimento e a necessidade de superioridade. Por isso a verdadeira iniciação talvez precise continuar muito depois da iniciação ritual.
O paradoxo do maçom infeliz
Há, por fim, um paradoxo que merece demora. O egocêntrico busca satisfação: quer reconhecimento, influência, admiração, prestígio, importância. Mas quanto mais a sua felicidade depende dessas coisas, mais difícil se torna alcançá-la. Porque sempre haverá alguém mais reconhecido. Sempre alguém ocupará o cargo que desejávamos. Sempre alguém receberá o elogio que esperávamos. Alguma decisão contrariará a nossa vontade; algum Irmão discordará da nossa opinião. O ego tem uma característica insaciável: quando recebe reconhecimento, quase nunca conclui que já basta — apenas eleva o patamar da própria necessidade.
Por isso uma caminhada maçônica excessivamente guiada pelo ego tende, paradoxalmente, a produzir insatisfação maçônica. O homem entra buscando Luz e termina contabilizando homenagens. Entra procurando aperfeiçoamento e termina comparando posições. Entra chamando os outros de Irmãos e termina classificando-os entre aliados e adversários. Entra para trabalhar sobre a Pedra e termina preocupado em construir um pedestal. Nesse momento, sem se dar conta, ele voltou para a caverna. Buscava a felicidade e encontrou a comparação — que é, talvez, a mais eficiente fabricante de infelicidade que o ser humano conhece.
O retorno à caverna
Na alegoria de Platão, quem consegue contemplar a realidade fora da caverna não recebe apenas o privilégio de permanecer na luz. Recebe também uma responsabilidade: voltar. Essa é, provavelmente, uma das imagens mais profundamente maçônicas de todo o pensamento platônico. O conhecimento não termina em quem conhece. A Luz não pertence a quem a recebeu — ela implica um compromisso diante dos outros.
Por isso, superar o egocentrismo não é destruir o ego. O ego é necessário à identidade e à vida psíquica; o que precisa ser superado é a sua pretensão de ocupar permanentemente o centro. O maçom amadurecido não precisa diminuir-se para reconhecer o outro, nem esconder as suas capacidades, nem recusar cargos, nem abdicar da liderança, nem deixar de ter convicções. Precisa apenas compreender uma coisa simples e difícil: liderar não é ser servido, é assumir maior responsabilidade pelo serviço.
Talvez esse seja um dos mais importantes desbastes da Pedra Bruta: substituir a necessidade de aparecer pela disposição de contribuir; a necessidade de vencer pela capacidade de construir; a necessidade de ter razão pela disposição de compreender; a comparação pela cooperação; a vaidade do título pela responsabilidade que o título exige. Substituir, enfim, a pergunta “o que a Maçonaria pode me oferecer?” pela pergunta “o que a minha presença pode acrescentar à Maçonaria?”.
O malhete precisa voltar-se para dentro
É sempre mais fácil identificar a Pedra Bruta do outro. Talvez por isso uma das perguntas mais necessárias ao maçom seja também uma das mais difíceis: qual aresta minha está ferindo os meus Irmãos? Não apenas “quem está errado?”, mas “o que esta situação revela sobre mim?”. Não apenas “por que não me reconheceram?”, mas “por que preciso tanto desse reconhecimento?”. Não apenas “por que aquele Irmão me incomoda?”, mas “o que nele mobiliza algo que ainda não reconheci em mim?”. Não apenas “o que há de errado com a minha Loja?”, mas “que tipo de Loja estou ajudando a construir pela minha própria maneira de estar nela?”.
Essas perguntas deslocam o malhete. Ele deixa de apontar para a Pedra do outro e retorna para aquela sobre a qual de fato temos responsabilidade: a nossa. A Maçonaria perde o seu sentido transformador quando os símbolos servem apenas para ornamentar aquilo que já somos; a sua força começa quando eles passam a questionar aquilo que somos.
Sair da caverna do ego não significa chegar a um estado definitivo de perfeição — talvez nenhum homem o alcance. Significa adquirir consciência suficiente para perceber quando as nossas próprias sombras começam, de novo, a se parecer com a realidade. A Pedra continuará apresentando arestas. A Sombra continuará acompanhando o homem. O ego continuará pedindo reconhecimento. O trabalho, portanto, não termina — e talvez seja exatamente aí que resida a beleza da caminhada iniciática.
O maçom não é aquele que deixou de ter uma Pedra Bruta. É aquele que não abandona o malhete e o cinzel diante da própria Pedra. Porque, no fim, a Luz que verdadeiramente transforma não é a que nos permite enxergar melhor os defeitos dos outros. É a que nos dá coragem para enxergar os nossos — e humildade bastante para continuar trabalhando sobre eles.
Ir.’. Paulo Cesar T. Ribeiro
Celular / Whatsapp: 11 98199-5612
Psicólogo clínico, palestrante, autor e organizador da Biblioteca da Psique – www.bibliotecadapsique.com.
Mestre Maçom Gr.’. 33, Ex Venerável Mestre e Ex Delegado Distrital.
Dedica-se há décadas ao estudo das interfaces entre a Psicologia, a Filosofia e o Simbolismo Maçônico. Como parte de seu trabalho de difusão dessas ideias, oferece palestras gratuitas em Lojas Maçônicas, levando aos IIr.’. reflexões que aproximam a vivência iniciática do autoconhecimento psicológico.
Conheça mais os livros do autor: www.bibliotecadapsique.com
Algumas reflexões se ampliam quando encontram outras vozes. Se este texto despertou algo em você, compartilhe sua reflexão nos comentários. Talvez sua experiência possa ajudar outro leitor a compreender melhor a própria caminhada.
Excelente reflexão! O texto nos conduz para o nosso interior, fazendo-nos perceber nossas próprias limitações e a necessidade constante de aprimoramento.
Mostra que a verdadeira evolução começa quando conseguimos reconhecer e trabalhar o nosso ego.